(Rafael Sandim/Divulgação)
Baixista da banda Valsa Binária, Salomão Terra decidiu navegar por mares bem diferentes do rock em seu primeiro trabalho solo. Lançado em plataformas digitais, “Pacífico” tem como base a linguagem do trip hop, com sintetizadores e pianos elétricos.
Produzido por Lucas Mortimer e contando com participações de diversos músicos da capital mineira, e ele fez questão de que essa coletividade estivesse clara no trabalho – mesmo que a sonoridade seja bem diferente do que tem sido produzido na cidade.
“Tentei despersonificar as músicas. Não queria que, mesmo sendo um disco autoral, parecesse um disco pessoal demais. Tentei tirar a primeira pessoa da maior parte das letras, até porque não são objetivamente sobre mim. Além disso, convidei músicos da cena para gravarem instrumentos e vozes. Gosto de pensar que se tratou de uma coautoria”, diz Salomão.
Para que as sonoridades ficassem interessantes e não convencionais, Salomão e o produtor fizeram uma grande pesquisa sobre timbres e efeitos. “As músicas foram sendo produzidas em camadas, com acréscimos de novos elementos e remodelações, propostas pelo Lucas a partir do material bruto, o que levou a um resultado que nos deixou muito felizes”, explica.
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