Em menos de uma semana começa a pré-temporada no Cruzeiro e, enquanto os jogadores não voltam aos trabalhos, os dirigentes buscam reforços pontuais para o técnico Mano Menezes. No momento em que o clube aguarda definições sobre a situação do meia Thiago Neves – perto de ser liberado do Al Jazira, dos Emirados Árabes Unidos - e do atacante Marcelo Moreno – que precisa definir se aceita ou não a proposta azul -, o nome de outro jogador surge ligado à Raposa. Trata-se do argentino Federico “Pachi” Carrizo.
Apesar de não esconder o interesse em atuar no futebol brasileiro, o meio-campista de 25 anos desconhece qualquer conversa do Cruzeiro com o seu agente ou o Boca Juniors-ARG, clube que detém seus os direitos econômicos.
“Gostaria muito de atuar no futebol Brasileiro. Mas a verdade é que não sei de nada. Falei com o meu empresário, mas ele também não me disse nada a respeito”, disse Carrizo em contato com o Hoje em Dia.
Encostado no Boca Juniors-ARG, “Pachi” atuou pela última vez na equipe Xeneize no dia 25 de setembro de 2016, na vitória por 4 a 1 sobre o Quilmes, pelo Campeonato Argentino. Em baixa desde o ano passado, Carrizo tem mais um ano de contrato com o Boca. Boca Juniors/Site Oficial
De acordo com apurações da reportagem com pessoas ligadas ao Cruzeiro, o nome de Carrizo não passa de especulação e da "tentativa de usarem o clube como ponte para dar mídia ao nome do jogador". Por não fazer parte dos planos do técnico Gullermo Barros Schelotto, Carrizo foi "rebaixado" ao time B do Boca Juniors-ARG.
Além disso, como existe a possibilidade de o atacante Ramón Ábila ser vendido ao futebol chinês, ainda de acordo com a fonte ouvida pela reportagem, o nome de outro argentino, mesmo de posições diferentes, foi vinculado ao Cruzeiro. Carrizo é meia e Ábila atacante.
Palavra do empresário
Perguntado se havia feito contato recente com dirigentes do Cruzeiro para abrir negociações por “Pachi”, ou se o clube mineiro havia o procurado, o empresário Martin Guastadizeño adotou o discurso da negativa. “Ninguém me falou nada”, limitou-se a dizer em contato com o Hoje em Dia.