Armada brasileira recorde dá adeus prematuro ao Aberto da Austrália

Rodrigo Gini
Hoje em Dia - Belo Horizonte
23/01/2017 às 20:52.
Atualizado em 15/11/2021 às 22:32

Thomaz Bellucci, Bruno Soares, Marcelo Melo, Marcelo Demoliner, André Sá, Thiago Monteiro e Rogério Dutra Silva. Pela primeira vez o Brasil chegou às chaves principais de simples e duplas do Aberto da Austrália, primeiro dos quatro torneios do Grand Slam do tênis profissional com tantos representantes.
E se seria difícil imaginar que a grande maioria fosse longe, levando em conta a posição no ranking e os resultados mais recentes, também não era o caso de imaginar que, na exata metade das disputas, toda a armada verde e amarela tivesse feito as malas. Especialmente considerando que, no ano passado, Soares e o britânico Jamie Murray levantaram o troféu de campeões entre as parcerias.

Desta vez, no entanto, foram vítimas da combinação entre um jogo não tão eficiente e da falta de sorte na definição da chave, que pôs em seu caminho os norte-americanos Sam Querrey e Donald Young, fortes sacadores e acostumados às quadras rápidas. Já na estreia, o sonho do bi havia acabado. Bruno ainda tentou a cartada das duplas mistas, que já lhe valeram dois títulos do US Open, mas acabou desistindo da partida das oitavas de final.
Ontem foi a vez de Marcelo Melo dar adeus às esperanças do título, não sem um quê de ironia. Jogando agora ao lado do polonês Lukasz Kubot, depois que o croata Ivan Dodig preferiu dar prioridade às disputas em simples, foi eliminado justamente pelo ex-parceiro, ao lado do espanhol Feliciano López, numa batalha de dois tie-breaks: 7-6 (7/5), 7-6 (7/5).

Zebra
A zebra continua passeando pelas quadras do Melbourne Park e não poupou a atual campeã em simples. A alemã Angelique Kerber parou nas oitavas diante da norte-americana CoCo Vandeweghe.

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