Atlético quer superar retrospecto recente no Mineirão

Raphael Ramos
23/07/2013 às 17:24.
Atualizado em 20/11/2021 às 20:19

Com o veto da Conmebol ao Independência, estádio onde o Atlético ostenta uma série invicta de 38 jogos, o Mineirão será palco, pela quinta vez, da final da mais importante competição entre clubes das Américas.

A primeira vez que o Gigante da Pampulha sediou uma decisão da Libertadores foi em 1976. O Cruzeiro goleou o River Plate, da Argentina, por 4 a 1 no primeiro jogo da final diante de 58.720 torcedores. No ano seguinte, o Cruzeiro encarou o Boca Juniors e venceu por 1 a 0, com o apoio de 80 mil torcedores.

Vinte anos depois, em 1997, o Cruzeiro superou o Sporting Cristal, do Peru, por 1 a 0. O público foi de 95.462 torcedores. Em 2009, o Mineirão foi palco de uma das maiores decepções da história do Cruzeiro. Favorito, o time mineiro perdeu para o Estudiantes, da Argentina, por 2 a 1, diante de 64.800 torcedores.

Com a reforma do Mineirão para Copa do Mundo de 2014, a capacidade do estádio foi reduzida e os 62 mil ingressos colocados à venda estão esgotados. A expectativa em torno da decisão de hoje é enorme em Belo Horizonte. Cambistas chegam a cobrar R$ 1 mil por um bilhete.

O Atlético não atua no estádio desde maio. O retrospecto da equipe no novo Mineirão, inclusive, não é dos melhores. Este ano, o time jogou no estádio três vezes. Na reabertura, perdeu por 2 a 1 para o Cruzeiro. Depois, venceu o Villa Nova por 2 a 1 e, na decisão do Estadual, voltou a ser derrotado pelo Cruzeiro por 2 a 1, mas ficou com o título porque havia vencido o primeiro jogo no Independência por 3 a 0.

Para se adaptar ao local, o time chegou a treinar no domingo e na segunda-feira no estádio. A ideia do técnico Cuca era que os jogadores se acostumassem com a iluminação e a velocidade da bola.
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