Técnico frisou que Galo terá que ter um alto nível de concentração para sair classificado
Milito valoriza vitória sobre o Sport, mas pede pés no chão para classificar na Copa do Brasil (Pedro Souza / Atlético)
Contra o Sport, o técnico Gabriel Milito chegou ao décimo jogo sob o comando do Atlético e a manutenção da invencibilidade, com sete vitórias, a última nesta noite de terça-feira (29), e três empates. Mesmo com um triunfo por 2 a 0 sobre o adversário na ida da terceira fase da Copa do Brasil, o treinador afirmou que o confronto segue em aberto.
Como os atletas, o técnico argentino exaltou o trabalho feito pelo compatriota Sosa à frente do Leão como forma de não cravar a vaga às oitavas de final com antecipação para o alvinegro. Para ele, será um duelo difícil na Arena Pernambuco e o Galo terá que ter um nível alto de concentração e de pressão para voltar do nordeste classificado.
“Temos que ir com muito cuidado e fazer uma partida muito séria tanto defensivamente quanto no ataque para tentar passar de fase. Não será fácil. Temos a vantagem e só isso, mas a eliminatória não está acabada”, disse Milito.
De acordo com o técnico, o Galo teve chances de ampliar a vantagem, mas faltou eficácia no último terço. Milito ressaltou que, por merecimento, o Atlético até merecia ter feito mais gols, porém, “futebol é eficácia”, e faltou um pouco por parte do time alvinegro.
Antes do embate final com o Leão, o treinador muda a chave e começa a pensar no confronto contra o Fluminense, sábado (4), no Espírito Santo. Para Milito, o grupo está pronto para encarar o último campeão da Libertadores “com gana” para vencer, apresentando a mesma intensidade dos últimos jogos, que chamou a atenção de todos que acompanham o futebol nacional.
A preparação inicia na manhã desta quarta-feira, 1º de maio, feriado do dia do trabalhador. Na quinta e sexta acontecerão os treinos em campo, antes da viagem para Cariacica. No sábado, a bola vai rolar às 16h, no estádio Kleber Andrade, pela 5ª rodada da competição.
O duelo não será no Maracanã devido ao show da cantora Madonna, em Copacabana. A Polícia Militar do Rio de Janeiro entendeu que não teria segurança suficiente para organizar os dois eventos.
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