Cruzeiro admite que questão financeira foi o fator das saídas dos quatro jogadores dispensados

Alberto Ribeiro - Hoje em Dia
01/12/2015 às 17:57.
Atualizado em 17/11/2021 às 03:10
 (Washington Alves)

(Washington Alves)

Questões financeiras. Foi essa a explicação do Cruzeiro sobre a decisão em não renovar os contratos do lateral-direito Ceará, do volante Charles, do meia Júlio Baptista e do atacante Leandro Damião. Todos eles tinham vínculo com o clube estrelado até o final da temporada. Eles foram inclusive liberados dos treinamentos e do confronto contra o Internacional neste domingo (6), às 17h, em Porto Alegre.

Como aderiu ao Profut (programa de reeducação financeira dos clubes), o Cruzeiro tem que gastar no máximo 70% de seu orçamento em futebol. “Sobre os quatro atletas admito que foi uma decisão muito difícil. Mas o Cruzeiro aderiu ao Profut e o Cruzeiro precisa se adequar a uma série de normas. Então tem que abaixar a folha. E o jeito mais fácil são os contratos acabando. Foi essa decisão”, explicou o vice-presidente de futebol, Bruno Vicintin.

“Charles um jogador muito querido pelo clube, fenomenal. Muitos serviços prestados ao clube. O Damião é um baita profissional, uma pessoa 100%. Tem um imbróglio jurídico e com um grupo de investimentos e Santos. O Júlio foi muito importante na campanha dos dois brasileiros que ganhamos. Conversamos e ele entendeu. E o Ceará outra decisão muito difícil, caráter excepcional. Mas tínhamos laterais-direitos, sendo dois mais novos que ele, e procuramos apostar nos mais novos”, finalizou.

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