(Washington Alves/VIPCOMM)
A alta carga de sócios-torcedores no Cruzeiro e o medo de uma violência sem controle para as autoridades rechaça as possibilidades de Atlético e Raposa dividirem igualmente os espaços de Independência e Mineirão. Nos palcos da final da Copa do Brasil, tudo indica em torcida única. O presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares, foi enfático:
"Está completamente descartada chance de haver torcida dividida nas duas finais. Queremos evitar dor de cabeça depois", afirmou o mandatário celeste, ao Hoje em Dia.
Perguntado se tinha gostado do sorteio de CBF que encaminhou o segundo jogo da final da Copa do Brasil para o Mineirão, com mando da Raposa, Gilvan evitou comemorações. Para ele, "sorteio é sorteio". Portanto, é aceitar o que a sorte definiu.
"Sorteio é sorteio. Quis o destino que o segundo jogo fosse na nossa casa. Agora é concentrar bem para essa decisão", afirmou Gilvan, que compreende a decisão do Galo de escolhar o Independência como palco de seu mando:
"O Atlético escolheu o Independência porque tem contrato com o estádio. Assim como o Cruzeiro joga no Mineirão, onde tem contrato. Direito deles, nada mais", completou.