O Atlético participa neste primeiro semestre de três competições, Campeonato Mineiro, Copa da Primeira Liga, e Copa Libertadores. Em nenhuma dessas competições o Galo conseguiu mostrar toda sua força diante dos adversários mais fortes.
Apesar de liderar o Campeonato Mineiro e somar 27 pontos nos jogos contra adversários mais “tranquilos”, o time alvinegro perdeu o clássico para o Cruzeiro, que há quase dois anos é uma das pedras no sapato do clube.
Também pela Primeira Liga, no começo de fevereiro, o Galo perdeu para o arquirrival. E para piorar, na estreia da Libertadores da América, a equipe de Roger Machado ficou apenas no 1 a 1 com o Godoy Cruz, da Argentina.
Apesar de não ter alcançado vitórias contra os adversários mais qualificados na temporada, o comandante alvinegro, questionado sobre a efetividade de sua equipe em jogos de mais valor, justificou os “revezes”.
“Entendo que conquistar ponto fora na Libertadores é ponto importante. A gente pode atribuir os dois clássicos, que não vencemos: um com 20 dias de trabalho e o outro numa circunstância, podemos dizer, especial. Faz parte do andamento. O que a gente não pode é transformar a derrota em maior do que ela é: valeu três pontos pelo campeonato regional, que nós estamos em primeiro já com duas rodadas de antecedência”, avaliou.
Derrotado nos dois últimos clássicos, seus únicos jogos dessa magnitude, contra o maior rival Cruzeiro, Roger Machado viu o tabu aumentar ainda mais. Já são sete jogos que o Atlético não vence o Cruzeiro, somando cinco vitórias para o adversário e dois empates.
“Havia um clássico que a gente queria vencer, sim, principalmente pela invencibilidade em alguns clássicos. Mas haverá outras oportunidades. E vai ser diferente”, promete.