Dos 16 macacos mortos encontrados em Belo Horizonte, nove tiveram o resultado negativo para a febre amarela. Sete ainda seguem em análise. O último primata morto foi encontrado, esta semana, no bairro Sion, na região Centro-Sul da capital. A informação foi confirmada pela Secretaria de Saúde do município.
Nessa quinta-feira, a equipe de Controle de Zoonoses realizou uma uma ação de combate ao mosquito Aedes aegypti. Alguns quarteirões do bairro, próximo ao Colégio Santa Dorotéia e à Escola Municipal Benjamim Jacob, foram dedetizados. As aulas foram suspensas nas duas escolas por recomendação da prefeitura.
Segundo a PBH, não há confirmação de caso de febre amarela com transmissão em Belo Horizonte. As três mortes registradas na capital foram de moradores que contraíram a doença em outros municípios.
Já em Minas Gerais, de acordo com balanço mais recente da Secretaria, pelo menos 365 pessoas já foram infectadas pela febre amarela. Desse total, 133 morreram e outros 630 casos continuam em investigação. Os dados são referentes ao período de monitoramento que vai de julho de 2017 a junho de 2018.