Agosto Lilás

Campanha de combate à violência contra a mulher será realizada no jogo deste sábado no Mineirão

Júnia Rodrigues
jralmeida@hojeemdia.com.br
20/08/2022 às 15:34.
Atualizado em 20/08/2022 às 15:45
Câmara Municipal de Belo Horizonte e Mineirão se unem para combater violência contra a Mulher (Cláudio Rabelo/CMBH)

Câmara Municipal de Belo Horizonte e Mineirão se unem para combater violência contra a Mulher (Cláudio Rabelo/CMBH)

O Mineirão, além de receber a partida entre Atlético e Goiás, neste sábado (20), às 16h30, também será palco de outra disputa: contra a violência doméstica. Isso porque a Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH), em parceria com a concessionária Minas Arena, que administra o estádio, fará ação da campanha "Não Disfarce a Sua Dor", de combate à violência contra a mulher.

Ela foi iniciada em Belo Horizonte em 1º de agosto, em alusão ao Agosto Lilás, e deve ser realizada em todos os jogos que ocorrerem este mês no Mineirão.

Exibição de vídeos
Vídeos de 30 segundos serão exibidos durante o pré-jogo. Eles servem para orientar as vítimas de violência doméstica a como denunciarem os maus-tratos.

Ainda como parte da ação, a administração do Mineirão informou que foram afixados 40 cartazes informativos sobre a campanha nos banheiros do estádio.

Busca por ajuda
Os vídeos da campanha também têm a finalidade de orientar as mulheres a procurarem apoio no Ponto de Acolhimento à Mulher em Situação de Violência, instalado na CMBH.

Inaugurado há um ano, horário de atendimento do espaço é de segunda a sexta, das 8h às 17h. Informações podem ser obtidas pelo telefone (31) 3555-1394 ou pelo e-mail acolhimento.mulher@cmbh.mg.gov.br.

Serviços do Ponto de Acolhimento
O espaço da Câmara Municipal oferece serviços como registro de ocorrência, o que permite que a vítima solicite medidas protetivas previstas em lei; recebimento de orientação jurídica; acolhimento social; e solicitação de investigações para apuração de fatos que envolvam violência doméstica/familiar contra a mulher.

Além disso, quando necessário, há encaminhamento da mulher a outras instâncias da rede de atendimento como casas de abrigo, delegacias de polícia, Defensoria Pública, Promotoria da Mulher e centros de atendimento psicológico.

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