(Reprodução Google Street View)
A Prefeitura de Belo Horizonte se reuniu, nessa terça-feira (27), com autoridades e entidades para avaliar a situação dos imigrantes em BH. E apresentou as ações tomadas para a acomodação dos grupos que chegaram à cidade nos últimos anos.
Participaram do encontro representantes da Assembleia Legislativa de Minas, da Defensoria Pública, do Tribunal de Justiça, do Ministério Público, do Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados, da Cáritas Brasileira e do Alto-comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur-ONU).
Os representantes do governo fizeram um balanço dos procedimentos que estão sendo tomados desde setembro de 2019, quando 74 indígenas Waraós chegaram à capital. De acordo com a PBH, na época, a comunidade foi acolhida de forma emergencial e encaminhada ao Centro de Referência das Juventudes (CRJ), onde puderam ter acesso a água potável, banheiros e alimentação. Na reunião, a prefeitura informou também que ainda busca imóveis que estejam em condições de acolher imigrantes.
O Executivo informou que foram destinados R$ 1,7 milhão do Tesouro do Município para acolhida, acompanhamento das famílias e integração das pessoas que permanecerem na capital mineira, já que muitas estão de passagem. No encontro também foi discutida a necessidade de o Estado de Minas criar estratégias e políticas públicas para o fluxo migratório, em diálogo com os municípios.
Em novembro haverá outra reunião para monitorar as ações e definir a articulação entre os municípios mineiros
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