Desde que lancei a primeira edição de meu livro, há alguns meses, recebi mensagens elogiosas de leitores. Elas vieram de várias partes do Brasil e também do exterior. Peço licença para destacar uma delas: a do Doutor William Douglas, professor de Direito, juiz federal e autor de vários livros jurídicos e não-jurídicos, inclusive o “best seller” “Como passar em provas de concursos”.
Ele é pioneiro nesse assunto, tendo milhares de seguidores na Internet. Suas palestras são sempre um sucesso. Ao final de uma delas, tive oportunidade de cumprimentá-lo e apresentar-me. Foi uma grata surpresa ver o entusiasmo dele:
- Ah, você é o delegado federal que passou em quinze concursos! Eu li o seu livro! Sua linguagem é ótima!
Ao final do encontro, eu é que deveria manifestar a honra de o grande escritor aceitar o convite para prefaciar a segunda edição de meu livro. Mas ele se pôs como tal, numa inversão entre o mestre admirado e o discípulo admirador.
Nas suas palavras, recebi “o mais entusiasmado aplauso pela contribuição dada a todos os concurseiros do nosso país”. E mais adiante: “A esse mérito se alia a concisão de suas orientações, o que ajuda a acalmar o coração agitado de quem tem muita matéria para estudar”. E conclui: “O Professor José Roberto Lima trouxe a visão de mundo daqueles que carregam a esperança em um futuro melhor para si, para seus filhos e para a sociedade”.
Essas palavras do mestre ao discípulo me fazem pensar que a leitura de um livro, seja ele didático, literário ou de autoajuda, não se encerra na última página. Um bom livro é para ser vivido. Assim são os livros do Professor William Douglas. E ele me fez pensar que o meu livro também é assim.
Agradeço por todas as manifestações de leitores, sejam os que compraram o livro, sejam os que me acompanham neste espaço do Jornal Hoje em Dia todas as quintas-feiras. Mas, de modo especial, agradeço ao autor do prefácio da segunda edição, cujo nome merece ser antecedido de muitos títulos. Mas, como eu sou professor, sei que o título que ele mais gosta é esse. Então, obrigado Professor William Douglas.